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DRA. REGINA COBRA SOLUÇÃO RÁPIDA PARA A FALTA DE LEITOS HOSPITALARES

Na Sessão Ordinária da Câmara Municipal da última terça-feira, Dra. Regina apresentou um importante projeto de lei que trata da obrigatoriedade da transparência do sistema de regulação de vagas pelo SUS de leitos hospitalares em Poços de Caldas. Garantida a privacidade do usuário, a proposta é que as listas de espera apresentem a data da solicitação de internação dos pacientes, a classificação de risco, posição em que o cidadão ocupa na fila de espera, a estimativa de prazo para atendimento e o responsável pela emissão do SUS-Fácil, procedimento importante para encaminhamento dos pacientes para os hospitais.

APÓS NOVAS DENÚNCIAS, DRA. REGINA COBRA MAIS UMA VEZ INFORMAÇÕES A RESPEITO DO MATERNO INFANTIL

Na semana passada, a secretária adjunta da Secretaria de Saúde, Rosilene Faria, esteve presente na Câmara Municipal, para dar explicações a respeito da descentralização do programa Materno Infantil. No entanto, segundo a vereadora Dra. Regina, o atendimento não está acontecendo da forma que Rosilene informou aos vereadores. A fala da parlamentar foi um dos destaques da Sessão Ordinária da Câmara realizada na terça-feira, 19

DRA. REGINA CONTINUARÁ A FISCALIZAR O MATERNO INFANTIL PARA QUE NÃO TENHA O MESMO FIM DO PROGRAMA ANTITABAGISMO

Indignação. Foi dessa forma que a Dra. Regina recebeu a informação na semana passada, anunciada pelo secretário Municipal de Saúde, Carlos Mosconi, sobre as mudanças que seriam implantadas no programa Materno Infantil, que por 42 anos, foi referência em nossa cidade, acolhendo mães e filhos, desde o período compreendido entre as 35 e 40 semanas de gestação e, posteriormente ao parto, no período puerperal até o primeiro ano de vida da criança.

DRA. REGINA COBRA DO EXECUTIVO INFORMAÇÕES SOBRE O DESTINO DO HOSPITAL DE CAMPANHA

O pedido de informações apresentado na Sessão Ordinária de terça-feira (23) questiona o executivo em relação ao cronograma para a desativação do Hospital de Campanha, solicita o planejamento para sua desativação, a possibilidade da utilização do espaço para a implantação do Centro de Atendimento Integral à Saúde da Mulher e da Criança.